Depois de assistir uma palestra de Direitos Humanos,
fiquei pensando sobre um tema muito comum: a generalização. E pensando,
pensando, cheguei a uma conclusão bem geral, por ironia. Acredito que toda generalização
é BURRA! Sim, o é!
Vamos a alguns exemplos bem bobinhos?? “Toda mulher dirige
mal.” “Homem é tudo igual.” “Homem que se preza tem que pagar a conta.” Ou até
mesmo um absurdo que ouvi hoje – esse é dos grandes: “Mulher que não engravida
esta fadada ao câncer de colo do útero!” Mas oi, o que você falou mesmo
cidadão?
Eu não sei o credo do homem (sem querer generalizar aqui)
que falou essa estupidez, mas dá para perceber o discurso religioso e
preconceituoso por traz de sua fala. Não se pode generalizar sobre algo tão
sério só para se disseminar um conceito religioso, e eu diria até mesmo machista,
de que mulher foi feita para procriar e cuidar da prole.
O que essa pessoa precisa entender é que isso ficou guardado
numa época um tantinho distante e que mesmo com filhos a mulher pode ter essa devastadora
e terrível doença, ou o contrário. E até mesmo que é escolha do casal ou da
mulher, ter ou não filhos – e nesse momento não faço nenhuma referência ao
aborto, do qual sou contra.
Nós, e agora generalizo mesmo, TODOS NÓS, precisamos
entender que cada ser humano é único, o que significa que cada um pensa e age
de maneiras totalmente diferentes. Sendo assim, só porque um grupo de mulheres
dirige mal, não quer dizer que todas o farão. Ou que todo homem trai. E outros
tantos exemplos que existem.
Somos diferentes e é assim que tem que ser. A diversidade é
linda, é rica, é necessária!
Sinceramente, só acredito em um senso comum. O de que
podemos ser cada vez melhores e que devemos sempre buscar isso. Precisamos ser
melhores com o próximo, em casa, no trabalho, na rua. Precisamos entender e
respeitar as diferenças... só isso! Entender e respeitar! Simples, não é?
PL
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